19 de nov de 2009

OMFG mais de um mês sem postar ._.
Fim de ano é assim, ainda mais com relação aos estudos.
Provas, provas e mais provas... (assumo que os finais de semana do mês de outubro foram de diversão, diversão e diversão)
Fora que mal estou me aguentando acordada, pois a gripe acabou comigo (estou postando e tomando sorvete, para ajudar mais ainda)
Que seja, não tenho o que postar e to na bad, então vou contar uma historinha.

Era uma vez uma menina Estranha, que mesmo com alguns amigos, queria a amizade daquele que não fazia questão da sua. Esse Alguém, um dia fora melhor amigo da tal Estranha, mas hoje, a trata como "a garota da minha sala".
Ele não se importava com ela, que só queria o bem dele.
O bem e talvez algo mais.
O ''algo mais'' que ela tanto desejou durante anos só seria "mais" para uma Única pessoa.
Única é o sonho do tal Alguém. Um sonho muito distante.
Estranha aturou ver Única brincando com os sentimentos de Alguém durante dias, semanas, meses...
Durante um ano inteiro. Mas Alguém é bobo, gosta de sofrer, de ser marionete. Única sempre disse a ele "talvez eu termine meu namoro para ficar com você".
É, um namoro de quatro anos.
Chegou um dia que Estranha não aguentou mais. Viu Alguém chorando por Única, e mesmo sem conversar com ele durante meses, quebrou o silêncio com "Eu te conheço melhor do que qualquer pessoa que está aqui, sei que você está apaixonado por ela e está sofrendo. Alguém, ela não é para você... procure ao seu redor, com certeza terá uma pessoa, mesmo sendo uma Estranha que já virou desconhecida, querendo te dar o amor que ela não quer. Esquece essa Única de uma vez!"
E Alguém, com os olhos cheios de lágrimas, apenas suspirou: "Vá se foder, esqueça que eu existo".

E é isso que a Estranha está fazendo. Se fodendo e esquecendo da existência de Alguém, mas ela pode garantir que Alguém está se fodendo muito mais, chorando por aquela que nunca mereceu nem uma lágrima sequer. Ainda é difícil para ela ver a tristeza nos olhos de Alguém, mas como ele mesmo disse, "vá se foder".

8 de out de 2009

Sonhar é bom?

Um sonho, uma história inexistente ali.
Talvez seja aquilo que sempre desejamos.
Talvez seja aquilo que mais tememos.
Já ganhei na loteria
Já encontrei o amor da minha vida
Já conheci os lugares mais fantásticos
Já fui prostituta, já fui executiva.
Já lutei contra monstros
Eles já me mataram
Já morri queimada, afogada
Já levei tiro
Já senti dor
Já me excitei
Já chorei
Já me apaixonei
Talvez, nos sonhos nós façamos o que não temos coragem de fazer.
Talvez, nosso sonho seja viver nos sonhos.
Talvez, sonhar seja a melhor coisa da vida.
Talvez, sonhar acabe com a nossa vida.
E você, o que sonhou?


30 de set de 2009

Va fa napoli

Além de roubar aquele que foi capaz de me amar, roubou também meu sonho.
Roube-me também a vida... não falta muito para você conseguir.
Sim, isso é para alguém que me tirou as únicas coisas que eu tinha.
Não citarei seu nome, não vale a pena.
Não, eu não a odeio. Pelo contrário, quero seu bem.
Alguns daqui devem conhecê-la, ela participa do programa Temporada de Moda Capricho, que passa toda quarta, às 21horas no Boomerang. Espero que ela vença, para assim realizar o seu sonho, já que o meu, ela realizou por tabela.
Enfim, ela não é o caso, só um desabafo mesmo.
Ultimamente andei lendo o livro Lua Nova, não porque concordo com a fantasia (vampiros deveriam ser incinerados pela luz solar, não brilharem lindamente como diamantes), mas porque estava vivendo do ócio e precisava de algo para fazer urgentemente, e assumo que mesmo lendo o livro com certo receio, gostei e lerei os outros dois, e quando sair o Sol da Meia-Noite, também lerei.
O que me chamou a atenção é que a protagonista descreve sua dor/tristeza como "um buraco em seu peito", e, quando decepcionada, triste ou algo assim, perde o ar, sente uma dor como se fosse um estilete estivesse rasgando-o e deixando inflamar.
O que isso tem a ver comigo? Bom... nada, a não ser o fato de que o meu "buraco" estava cicatrizando, mas agora, parece que jogaram gasolina e acenderam um fósforo lá dentro.
Estou queimando por dentro, mas sou falsa o suficiente para não deixar isso transparecer.

20 de set de 2009

Olhos Vermelhos

Escrevi um conto para a escola, e me apeguei tanto a ele que resolvi postar um pequeno pedaço aqui. Para quem ler e se interessar, disponibilizei ele completo para DOWNLOAD (clique aqui para baixar)

Sinceramente, gostei de boa parte da história, menos da parte final, que está uma bosta. Odeio escrever sob pressão.

Anyway, segue:


(...) Acabou as férias, não podia me atrasar no primeiro dia do semestre. Cheguei à faculdade, subi as escadas correndo, mas trombei com alguém.

- Ai... Me desculpa, sou muito desastrada!

- Não tem problemas. – se abaixou para pegar meu caderno.

- Obrigada.

- De nada. – entregou meu caderno e saiu andando.

- Ei! – não sei por que o chamei. Agi por instinto.

- Fala... – disse ele, olhando para trás.

- Qual é o seu nome? – senti meu rosto corando.

- Denny. – se virou e foi embora.

Cheguei atrasada à sala de aula, me sentei na última carteira e durante toda a aula, só conseguia pensar naquele rapaz. Acho que o interesse não foi mutuo. Nem perguntar meu nome ele não perguntou. Chegou o intervalo. Fiquei sentada em uma mesa lendo o livro “Os Sete”, de André Vianco. Me senti sendo observada, e aquilo incomodava demais. Virei para trás, e dentre muitas pessoas, o encontrei sozinho, fumando e ouvindo música. Ele me encarava de uma forma sombria e encantadora. Sorri. Ele não demonstrou vergonha, não desviou o olhar. Apenas continuou me encarando. Senti minhas bochechas ficando vermelhas. Sempre tirei satisfação com os outros, sempre os enfrentei, mas dessa vez era diferente. Tudo o que conseguia fazer era ficar com raiva, virar-me para frente e voltar a ler (...)


(...) Estava subindo as escadas quando fui puxada pelo braço.

- Me solta! – não sabia quem era, mas não gostava desse tipo de “brincadeira”.

- Pensei que você ia falar comigo. – reconheci a voz. Era o Denny.

- E porque deveria?

- Você me encarou o intervalo inteiro. Fiquei esperando.

- Eu te encarei? Você me olhou o tempo todo...

- Eu tenho certeza que você estava gostando. Até sorriu.

- Sou educada. – não consegui dizer mais nada. Aquele sorriso me desconsertava.

- Você está louca para que eu pergunte seu nome, não está?

- Não, isso é indiferente. – como ele sabia? Eu deixei tão na cara?

- Você deve estar pensando “nossa, como ele sabia?”, mas está na sua cara. Então, como é o seu nome?

- Fuzz – respondi imediatamente. Esperei a noite toda por essa pergunta.

- Belo nome. É bem diferente. Você tem descendentes franceses e italianos, acertei?

- Acertou... Mas como?

- Seus traços. – levantou uma sobrancelha.

- Eu... Tenho que ir. – disse assustada. – Boa noite.

- Boa noite.

Estava indo para a sala e ele me chamou.

- Fuzz!

- Fala.

- Posso te ligar?

- Claro – fui contra todos os meus princípios, mas aquele cara mexeu muito comigo.

- Então ta. Te ligo um dia desses. Tchau. – virou as costas e foi para a sua sala.

- Espera! Você nem pegou o número... – Tarde demais, ele já estava longe (...)

8 de set de 2009

(...) Quando cheguei na rua, o Jhonny estava lá me esperando.

- Eu não acredito que eu fiz isso!

- Isso o quê?

- Fui expulso por sua culpa!

- Ninguém mandou ir me defender. Eu já sou bem grandinho, não acha?

- Você é muito mal agradecido. Sempre vem com essas frases feitas. Pegue-as e enfie no...

Nós não vimos, mas um carro vinha em alta velocidade e atingiu Jhonny em cheio. Na hora entrei em desespero. Comecei a chorar,gritar, pedir ajuda.

Logo apareceram funcionários da escola e pessoas que almoçavam num restaurante bem próximo.

Nunca imaginei que isso tudo um dia ia acontecer.

Eu ainda não estava acreditando.

- Jhonny! Volta! Você nem se despediu de mim... Me leva com você! Minha vida não tem mais sentido... Nada mais tem sentido sem você aqui.

Eu estava debruçado sobre seu corpo, e chorava muito.

Toda a nossa história estava passando na minha frente. Nosso primeiro beijo, primeira vez. Nossa primeira briga. Tudo... Tudo que vivemos até ali passou diante dos meus olhos... E quando me dei conta, vi que era ali que tudo acabava. Eu não conseguia acreditar. O pior de tudo foi que ele se foi e eu não pude lhe dizer o quanto eu o amo e que tudo que eu queria era enfrentar o mundo junto dele.

Todos me olhavam sem entender nada.

Não demorou muito e a ambulância chegou. Um enfermeiro tentou me levantar, mas eu me recusava a sair dali. Queria morrer com ele.

- Senhor, por favor, saia de cima do corpo.

- Não posso.

- Por favor, saia.

- Não. Eu ficarei aqui para morrer com ele.

- Se você não sair daí ele vai morrer.

- Ele já está morto.

O enfermeiro tentou ver se o Jhonny ainda tinha pulsação, e para a surpresa de todos...

- Afastem-se todos! Senhor, saia de cima dele. Ele está vivo.



8 de ago de 2009

-

O;)
Há algumas horas cheguei do show do Capital Inicial e daqui algumas horas estarei no Playcenter...
O show foi FODA!
Mais uma vez fiquei um tempo sem postar, mas dessa vez, assumo que foi preguiça mesmo.
Estou muito na bad...
Meu papagaio Kiko morreu... PQP! Ele só tinha 6 anos!
Foi muito, muito triste ter que enterrá-lo, mas prefiro não entrar em detalhes para não começar a chorar aqui... Mas garanto a vocês que minha amiga Tamires (que me ajudou a enterrá-lo) detalhou o enterro em seu Blog , para quem se interessar.

Pois bem, deixando meu Kiko de lado e relembrando o passado.

Ontem fui ao supermercado com meus pais e por um acaso, encontrei o menino que eu gostava na 3ª série (preciso dizer que eu já tinha bom gosto).
Foi tão engraçado cumprimentá-lo e não sentir aquele friozinho na barriga que eu sentia quando éramos criança e ele falava comigo, ou então, não ficar corada e não sair correndo quando ele me deu um beijo no rosto... Aí assim que ele foi embora, fiquei pensando como nós somos bobinhos quando criança. Assumo que na infância o amor é muito puro, mas é tão bobinho.
Lembrei também da primeira vez que ele falou comigo.
Foi bem engraçado.
Eu estava correndo e me exibindo na escola com o celular do meu pai (aqueles bem tijolos mesmo. Quase um telefone sem fio atual) e aí o Felipinho colocou o pé na minha frente e eu caí e derrubei o celular. Estava chorando sentada no chão quando ele me estendeu a mão.
Eu dei a mão para ele e saí correndo para a direção. Acho que eu deveria estar roxa naquele momento.
Quando estava sentada no corredor lendo o livro A Neve e a Formiga e esperando meus pais me buscarem, ele sentou do meu lado e começou a conversar comigo. Senti meu rosto queimando.
Tivemos um diálogo rápido, mais ou menos assim:
- Você está melhor? - disse ele - Não. Ta doendo muito... E meu pai vai me bater porque eu quebrei o celular dele. - Ah, então tá. To indo pra sala... Vê se melhora...Tchau!
Eu lembro que ele me deu um beijo no rosto e eu me enfiei no meio do livro. Não passou muito tempo e meus pais chegaram.
Na 4ª série, no meio do ano, quando eu ia mudar de escola, resolvi comprar um presente para ele. Comprei um boné no camelô e pedi para minha prima embrulhá-lo bem bonito. (ps: ele nem usava boné)
Foi tão engraçada a hora que eu entreguei. Ele estava se achando o máximo por estar na 5ª série/ginásio, então estava todo bonito jogando baralho no ''recreio'' e ignorava todos que eram ainda do "primário".
Já que não poderia falar com ele, fui à sala dele e deixei em cima da mesa dele com um coração de papel (muito mal cortado) escrito:
De Mayara para Wendell. Eu gosto de você.
Quando bateu o sinal, fui correndo para a minha sala com o coração saindo pela boca. Na hora da saída eu estava esperando minha amiga (que era da sala dele) e quando a vi, ela estava vindo com ele.
Quando ele chegou perto de mim para agradecer e me deu um beijo no rosto, eu saí correndo e em menos de 5 minutos eu estava em casa (minha casa era na rua da escola).
Depois desse dia, mudei de escola e só nos reencontramos na 7ª série, quando eu fui em uma excursão e ele também estava.
Eu ficava enchendo o saco do primo dele que estava ficando com a minha amiga, e aí o primo dele falou: Wendell, fica com a Mayara para ela ficar quieta!
Foi aí que eu percebi que ele estava no ônibus.
E sabe o que eu gostei?
Dessa vez quem ficou com o rosto corado não fui eu!

17 de jul de 2009

♫ Qualquer coisa pra poder te encontrar ♪

O(:
Fiquei muito tempo sem postar, e juro que já estava com saudades, mas não estava nem um pouco com cabeça pra isso.
Nesse tempo que fiquei sem postar, algumas coisas aconteceram, algumas me prejudicando e algumas não.

Fui viajar para Ouro Preto.
Aquele lugar é maravilhoso!
Muita cultura, muita arte, muita ladeira, muita pousada e o melhor - muitos gringos!

Falando em gringos, conheci um que me deixou totalmente louca.
Ele é francês, deve ter 1,85 de altura, falso magro, mais branco que eu, dentes certinhos, possui olhos azuis como nunca vi antes e um cabelo louro escuro ou castanho claro, não sei. Uma barba por fazer e um queixo maravilhoso, que foi o que mais me encantou.
Até então, eu só estava achando-o maravilhoso, mas na viagem para São Paulo, eu o conheci e posso dizer que ele é muito simpático, muito culto. Aquilo que procuro em alguém.
Aí começou a loucura.
Esqueci seu nome, não pedi telefone e email.
Não sei o que me deu, não sei se foi uma paixão avassaladora, um surto infantil. Não sei.
Só sei que quando me dei conta, estava no centro de São Paulo procurando por alguém que eu mal lembrava o nome.
Essa minha loucura durou dois dias, mas pelo menos eu ainda sabia mais ou menos o paradeiro dele.
Agradeço muito ao pessoal do Hotel, que me deu o maior apoio para achá-lo.
Não estava me sentindo bem, com um nó na garganta, um arrepio na espinha, frio constante, choro incontrolável.
Contei para minha mãe o que estava acontecendo, e inicialmente ela me apoiou, mas após saber da opinião de outra pessoa, não me deixou mais voltar ao hotel.
Eu sei que foi loucura, infantilidade e inocência, mas eu estava doente por aquele cara.
Graças à Deus, agora passou, mas ele ficará para sempre na minha memória e no meu coração.
Creio que ele está no meu destino, e no dia que nós nos encontrarmos, daremos muita risada desse episódio.
Prefiro pensar assim.

Beijos e prometo nunca mais abandonar.
PS: Abaixo a foto do meu francês.

PS pro Dodo: deixe seu orgulho de lado e vem conversar comigo. Nós dois estamos mal com essa situação.

27 de jun de 2009

Rest in peace, Michael.

Nós perdemos aquele que muitos diziam ser o rei do pop, mas todos estavam enganados.
Ele
NÃO era o rei do pop...
ELE ERA O POP.
Confesso que quando li a noticia no TMZ, fiquei chocada.
Ele parecia ser imortal.
Até inalava um gás que dizia ele que faz viver 150 anos. o.o

Eu li algumas notícias dizendo que ele não morreu, mas sim que ele forjou sua morte para fugir de dívidas milhonárias e da imprensa. Resumindo, ele queria ser uma pessoa normal.
Eu particularmente não acredito nisso, mas há quem não aceita que perdeu um ídolo e começa a fantasiar coisas absurdas. Aconteceu isso com o "rei do rock", porque não aconteceria com o "rei do pop"?!
Vi também que pessoas no mundo todo estão comprando CD's DVD's & cia. só porque ele morreu.
PORRA! O cara inventou o pop, cantava muito bem e dançava melhor ainda. Será que precisou ele morrer para as pessoas perceberem isso?!
Uma coisa que me entristeceu foi perceber que por mais fama que ele tivesse, ele era infeliz, depressivo e solitário. Tinha medo de envelhecer, e com a chegada dos 50, se fechou em seu mundo e mandou um "foda-se" pro resto.

Ontem teve um caderno especial dele no Jornal Agora, onde alguns famosos comentaram a fatalidade:

Gilberto Gil, cantor e compositor:
Lamento que um talento tão grande, tão incrível, vá embora tão cedo - um talento que proporcionou grandes momentos. Vou sentir saudade do rei do pop.

Madonna, cantora:
Eu não paro de chorar com a notícia da morte de Michael Jackson. Eu gostava muito dele. Não paro de pensar nos seus três filhos e em sua família. Estamos sofrendo juntos.

Ivete Sangalo, cantora:
Michael Jackson foi, sem dúvida nenhuma, o maior ícone pop de todos os tempos. Criativo, original e muito inspirador. Lamento que tenha morrido tão jovem.

KL Jay, DJ do Racionais MC's:
Michael Jackson era o Pelé da música. Morreu o rei dos reis da música! Ninguém conseguirá ser igual. Deve estar feliz ao lado de Marvin Gaye, James Brown e Barry White.

Glória Maria, jornalista que o entrevistou em 1996:
Para mim, vai ficar a imagem de uma vítima da vida e da imprensa. Acho que agora as pessoas vão repensar o ser humano que ele foi.

Rappin'Hood, músico:
Ele foi um divulgador do hip hop. A dança dele influenciou o mundo. É um ícone do movimento. Estou chocado. A ficha ainda não caiu.

Barack Obama, presidente dos EUA:
Era um ícone da música. Acho que todos se lembram de suas canções e de vê-lo dançar o "moonwalk" na TV durante o 25º aniversário da Motown. Alguns aspectos de sua vida foram tristes e trágicos.

Gal Costa, cantora:
O mundo perdeu um grande artista. Sua dança inovadora, sua música e seu canto geniais fizeram de Michael Jackson o melhor showman do mundo. Sinto-me triste com sua morte... muito triste.

Tom Zé, cantor:
Eu queria resumir tudo em uma só palavra: talentormento.

Maria Rita, cantora:
Uma sensação estranha, de desalinhamento temporal. O dia saiu da ordem, o ar faltou, as lágrimas escorreram. Mas a imagem dele saindo do helicóptero numa maca, coberto, queimou no coração.

Elizabeth Taylor, atriz:
Meu coração, minha mente... estão partidos. Amei Michael com toda a minha alma e não posso imaginar a vida sem ele.

Daniel Weksler, baterista da banda NX Zero e fã confesso do astro (a ponto de possuir uma tatuagem de Jackson fazendo um moonwalker):
Logo que fiquei sabendo eu entrei na internet e vi que ele tinha sido hospitalizado, mas é inacreditável. Estou triste, a gente estava indo fazer um negócio para os patrocinadores e nem quero ir mais, estou de luto. Quero ir para casa. Estou de luto mesmo, nem sei o que falar. Ele era uma daquelas pessoas que parece que não morrem, sabe?

Pois é, Daniel, ele é imortal.
Sua música é imortal.

Adeus, Michael.
Vá com Deus.


17 de jun de 2009

Músicas que fazem pensar pt.2

Olá (:

Acho que todos que vem aqui já passaram por algum tipo de preconceito.

Seja por ser gótico/emo/punk/rocker/hard rock, por ser gordo(a) demais, magro(a) demais, não ter uma “beleza americana”, ser homossexual, negro(a), ou por qualquer outro motivo. Há muitos e eu não conseguirei listar todos aqui.

Creio eu que todos aqui já ouviram a música Beautiful da Christina Aguilera, mas muitos nunca pararam para prestar atenção.

Não gosto das músicas dela, mas essa já me fez chorar pelo menos uma vez.

O clipe mostra uma menina anoréxica observando seu corpo no espelho. Um casal gay trocando carinhos e beijos em lugar público e as pessoas olhando com “nojo”. Meninas “magras e belas” batendo numa gordinha de cabelos enrolados e de aparelho (que mostra no fim do clipe, e é linda). Uma mulher negra (e linda) olhando modelos brancas nas revistas. Um menino magro sofrendo para ficar forte. Um homem que gosta de se vestir de mulher. Um gótico (que eu achei maaaravilhoso) eu pegava fácil sentando-se num ônibus, e a menina ao lado dele simplesmente se levanta e fica longe.

E todos eles resolvem enfrentar tudo isso para ser feliz, porque como a música diz, você é lindo, não importa o que os outros dizem.

Beautiful - Christina Aguilera

Todo dia é tão maravilhoso
E inesperadamente, fica difícil de se respirar
Ocasionalmente, eu me sinto insegura
Com toda a dor, eu me sinto envergonhada

Eu sou bonita não importa o que eles digam
Palavras não vão me fazer cair
Eu sou bonita em todos os sentidos
Sim, palavras não vão me fazer cair
Então não me faça cair hoje

Para todos os seus amigos, você é delirante
Tão consumida pelo seu destino
Tentando arduamente cobrir o vazio
Os pedaços se foram, deixaram o quebra-cabeça sem fazer
É assim que tem que ser ?

Você é bonita não importa o que eles dizem
Palavras não vão te fazer cair
Você é bonita em todos os sentidos
Sim, palavras não vão te fazer cair
Então não me faça cair hoje

Não importa o que fazemos
(não importa o que fazemos)
Não importa o que dizemos
(não importa o que dizemos)
Nós somos a música dentro da melodia
Cheia de erros bonitos

E para onde nós formos
(e para onde nós formos)
O sol sempre brilhará
(sol sempre brilhará)
Mas amanhã a gente poderá acordar
No outro lado

Porque nós somos bonitos não importa o que eles disserem
Sim, palavras não vão nos fazer cair
Nós somos bonitos em todos os sentidos
Sim, palavras não vão nos fazer cair
Então, não me faça cair hoje

Não me faça cair hoje
Não me faça cair hoje



Christina Aguilera - Beautiful


14 de jun de 2009

(:

Estava fuçando em pastas do meu computador quando acho uma história que eu escrevia quando tinha 13 anos....
Aqui vai um trecho. Não está bem escrito, mas é a forma que eu escrevia na época... Espero que gostem.


Primos... Geralmente é uma relação muito harmoniosa. Mas não neste caso. Anne e Jack são primos que há muitos anos não se viam, e ambos agradeciam por isso. Nunca se deram bem, mas sempre se olharam com outros olhos. Um dia, o maior pesadelo de Anne se concretizou. Ela teria que passar uma semana sozinha com o primo, cuidando da casa dos avós, que iriam viajar. Ambos estavam chegando na casa, após uma longa discussão no meio da rua, debaixo de chuva.

– Vai lá, toma um banho quente pra você não ficar doente.
– Mas e você?
– Não é você que não sei importa comigo?
– Não quero que ninguém fique doente. Simples.
– Eu também não quero que você fique doente, então vai logo tomar banho que eu vou separar uma roupa da minha irmã pra você.
– Ta bom. Mas depois é você.
– Porque a gente não toma junto?
– Porque ao contrário do que você diz, eu não sou dada.
Anne toma o banho e vai pro quarto de Jack.
– Isso é a calcinha e o sutiã?
– Muito engraçadinha. Isso é o short e a blusa.
– Credo, sua irmã anda quase pelada. Me dá uma camiseta sua mesmo.
– Toma, coloca a que eu ia usar.
Jack estava distraído separando sua roupa quando olha pra Anne com a toalha na frente dos seios e só de calcinha.
– Jack?
– Fala.
– Fecha meu sutiã?
– Fe... Fe... Fecho sim.
– Porque você ta com a voz meio trêmula?
– Por nada não. To indo tomar banho.
Depois do banho, Jack vai pro quarto e vê Anne.
– Dá licença para eu me trocar?
– Por quê? A gente é primo. Primos não têm malicia entre si.
– Que engraçadinha que você é. Mas já que você insiste...
Jack tira a toalha e fica nu na frente de Anne.
– Hmm, que vontade de...
– De...?
– Comer. To morrendo de fome.
– Vai na cozinha e faz o que você quiser. Fique à vontade.
– Pode deixar.
Jack estava na sala só ouvindo as panelas, pratos, colheres... Tudo caindo. Depois de algum tempo Anne volta pra sala.
– E ai, o que fez pra gente?
– Chocolate derretido com morango.
– Não gosto muito...
– Problema seu.
– Nossa, mas você é chata hein!
– Ninguém mandou você me chamar pra vir aqui.
– É que eu tenho planos.
– Planos pra quê?
– Segredo.
Anne estava sentada de índio no sofá, estava só com a camiseta de Jack e calcinha, Jack estava sentado no chão apenas de bermuda. Ela estava molhando o morango no chocolate quando “acidentalmente” deixou cair chocolate em sua perna.
– Ai... Caiu chocolate na minha coxa. Pega um pano pra mim, Jack?
– Não quer que eu limpe?
– Nossa. Quanta gentileza, nem parece você. Mas se você quiser, pode limpar sim.
Jack fica de joelhos na frente de Anne e com a boca, limpa sua coxa. Anne se arrepiou e deu um gemido baixíssimo com esse simples gesto, o que foi percebido por Jack, que por sua vez, pensou “ah, mas eu vou conseguir ter essa menina”.
– Porque você fez isso?
– Você queria que eu limpasse, não é mesmo?
Anne lambuzou sua boca de chocolate
– Então limpa agora também.
Jack lhe deu um beijo cheio de tesão. Ele a beijava e ia deitando-a no sofá. Já Anne ia beijando-o e tentando tirar sua bermuda. Ela havia esquecido do mundo. Estava longe, em outra estação. Jack tentou tirar a camiseta de Anne, mas sem querer bateu a mão no pote de chocolate, que caiu e fez com que ela saísse do transe.
– Viu! Você derrubou tudo no chão! Você vai limpar!
– Deixa isso pra depois... Volta aqui, volta...
Anne não resistiu, e mais uma vez o beijou. Ele estava se achando o dono da situação. Tinha Anne em suas mãos. A cada toque, a cada mordida, cada chupada, a cada sussurro com aquela voz rouca, Anne se arrepiava mais. Ela estava excitada só com os beijos, mas logo percebeu que Jack estava se sentindo vitorioso sobre ela, então resolveu ser a dona da situação e conseguiu com que ficasse por cima dele. Mordiscou de leve sua orelha e beijou seu pescoço, e foi descendo, a cada movimento da língua de Anne, Jack se excitava mais. Chegou na barriga, Anne lambia, dava mordidinhas e chupadas, desceu mais um pouco e viu aquele grande volume sobre a bermuda. Ia tirando a bermuda de Jack quando...


13 de jun de 2009

♪ Preciso demais desabafar.. ♫

Nunca usei nenhum blog como psicólogo virtual, mas preciso desabafar ._.


Hoje eu acordei muito mal...

Não dormi em casa, pois teve show do Sidney Magal de graça na quermesse (porque vê-lo dançando Sandra Rosa Madalena é tuudo). Eu fui com minha prima (chamei o Jeferson, mas ele estava trabalhando) e como chegaria muito tarde, não queria incomodar ninguém aqui em casa, resolvi dormir na casa dela.

Logo que acordei e fui pra casa, senti um vazio dentro de mim... Até pensei naquela frase “se você sente um vazio, coma, pois pode ser fome”. Mas eu sabia que não era fome (tanto que estou sem comer até agora). Era algo que realmente estava me magoando. Digamos que fiquei sem saber o que fazer a manhã toda. Levantava da cama, ia até a cozinha, pegava um Yakult e voltava pra cama. Levantava, andava em volta da casa e deitava novamente. Nesse deita e levanta, o Nevermind (Nirvana) já tinha tocado três vezes.

Tinha horas que eu começava a chorar sem motivos que eu conhecesse. Ou então, começava a rir observando a chuva batendo na janela.

Mas uma coisa que me deixou mais mal foi sentir frios na barriga. Um atrás do outro. E também me arrepiava a cada dois minutos. Mas o pior de tudo, é que o arrepio era aquele doído, sabe? Aquele que parece que corta a gente no meio.

Eu precisava sair.

Ligava no Jeferson e ninguém atendia. No celular também não. Senti que precisava falar com ele o mais urgente possível.

O telefone tocou e era minha mãe dizendo que tinha chegado de Minas e que era para o meu pai buscá-la na casa dos meus avós. Nessa hora, me deu um alívio. Desde a hora que ela saiu pra ir pra MG eu estava com um mau pressentimento. Toda hora me vinha em mente um acidente de carro e eu chorando em seguida, e isso só piorava meu humor.

Quando cheguei à casa dos meus avós, minha avó estava chorando e meu avô xingando tudo e todos que via pela frente. Estava uma guerra de filhos/netos contra ele. Meu avô está enlouquecendo (semana passada minha avó quase morreu, e ele ficou achando que era culpa dele) e enlouquecendo aqueles que estão sempre presentes. Não aguentei, chorei junto. Eu precisava, já estava guardando muito.

Cheguei em casa e fiquei naquela de deita e levanta até as 18hs. Liguei novamente pro Jeferson e por mais que tenha sido por menos de 2 minutos, nós conversamos e aquele frio na barriga passou.

Agora eu não estou muito bem, mas estou muito melhor que antes.

Perdão por fazer vocês lerem isso, mas só me senti à vontade de desabafar aqui.


Beijos.


11 de jun de 2009

Dia dos namorados

Doze de junho.
Amanhã é um dia muito especial...
É o aniversário de uma amiga.
Ah, já ia me esquecendo, amanhã também é o dia em que o comércio tira proveito (e dinheiro) dos casais apaixonados e acaba faturando milhões.
Dia dos namorados.
Mais uma vez eu passarei sozinha...
... Ou talvez não.
Estou pensando em chamar o Jeferson pra ir ao shopping amanhã, perder o tempo dele comigo.
Falando nele, ontem eu o vi.
Eu estava saindo da escola e ele estava indo para o Senai, e como ambos ficam no centro, por um acaso nos encontramos em uma esquina.
Estava chovendo, mas isso não nos abalou, ficamos uns 10 minutos conversando no meio da chuva.
Ganhei um abraço bem apertado e demorado, que valeu mais do que qualquer presente.
Mas esquecendo o Jeferson e voltando ao assunto do dia do comércio dos namorados...
Tem muita gente entrando em depressão por estar solteira, mas essas pessoas precisam entender que é só mais um dia qualquer, que não tem nada de especial.
É só mais uma data "importante", em que o comércio fatura às custas dos outros.
O dia em que você conhece alguém pra vida toda, esse dia sim é especial.

E para os solteiros de plantão, aqui vai uma realidade:
Os casais tem 1 dia em 365 para eles.
Os solteiros tem 364.

Então, pra quem namora, feliz dia dos namorados.
P
ra quem está solteiro, dia 13 é de vocês.



Mais selos (muito obrigada)

O selo abaixo foi indicado pela Caroline (muito obrigada mesmo!)


REGRAS DESTE SELO:

Listar 5 coisas que te deixariam mais glamorosa:
Ter meu cabelo natural /ondulado/cachinhos *-*
Ser mais baixa
Ser mais magra
Ir ao show do nirvana (só sonhando mesmo)
O Jeferson i.i



Os selos restantes foram indicados pelo blog Tudo de Garotas

REGRAS DESSE SELO:


1)Dizer pq voce se acha uma pessoa bonita e bacana
R.: eu me acho bonita e bacana porque sou boa conselheira e boa amiga




O selo:
Homenageia os melhores blogs e tem sua simbologia nas cores que utiliza.
o Azul representa a paz, profundidade e imensidão
o Dourado representa a sabedoria riqueza e claridade de ideias
O prêmio em si Representa a união dos blogueiros
REGRA DESSE SELO:
1) Exibir o link e nome de quem te premiou
2) premiar até 15blogs com o selo.



REGRAS DESSE SELO:

Qem receber deve falar do que ama!
R.:
*Deus
*Meus pais
*Minha familia
*A vida
*A liberdade
*O Jeferson :x



REGRAS DESSE SELO:
1) Colocar quem te deu o selo nos blogs amigos (indicados)
2) Escrever 5 Coisas que sao ROXIE (1 musica, 1tv,e 1cinema, 3 paises que sonhe conhecer,3 hobbies)
R.:
*Something in the way - Nirvana
*Miami Ink.
*Brokeback Mountain
*Japão, Finlândia e USA
*Ir ao cinema, sair com amigos e dormir
3) indicar 10 blogs que vc axa ROXIE
4)Avisar os indicados deixando comentários


REGRAS DESSE SELO:
1)colocar o selo no blog
2)indicar 10 blogs
3)informar aos premiados
4)dizer 5 coisa que adora e pq...
R.:
*Meus pais, porque eles sim eu tenho certeza que sempre me amarão.
*Minha família, porque eles me apóiam em minhas decisões.
*The sims2, porque lá eu levo a vida que um dia eu quero viver.
*Mupy, porque é meu lanche diário e é bom demais.
*O Jeferson, porque ele conseguiu me conquistar em meia hora.


REGRAS DESSE SELO:

1) Escrever 4 sonhos impossiveis ou nao, que você tenha
*Descobrir se o Kurt Cobain foi assassinado
*Conhecer Miami e Finlândia
*Ser feliz
*A morte deixar de existir
2) indicar 4 blogs que quiser
3) Linkar quem te mandou o selo


REGRAS DESSE SELO:
1) Dizer 8 caracteristicas sua.
*Tímida
*Sem vergonha
*Nerd
*Do fundão
*Arrogante
*Legal
*Inocente
*Maliciosa
2) Convidar 8 amigos e avisa-los
3) marcionar as regras





9 de jun de 2009

(:

Olá (:
Comentei de um livro que estou escrevendo no post anterior, me deu vontade de voltar a escrevê-lo, e me deu vontade de postar uma pequena parte do último capítulo que escrevi aqui.
O nome do livro é Isso Só Pertence a Nós , no qual me inspirou para o nome do blog.
(And nobody else = e mais ninguém)

Então, aí vai... aiquevergonha

(...) Precisava de mais do que alguns comprimidos... Precisava do vidro todo...

De repente ficou tudo escuro... Mas dessa vez, eu ouvia o choro da minha mãe, a sirene da ambulância, o enfermeiro dizendo “overdose acidental de calmantes”.

Eu gritava, mas ninguém era capaz de me ouvir.

Queria ver onde estava, o que estava acontecendo.

Senti meu corpo sendo carregado desconfortavelmente escadaria abaixo, sendo jogado na ambulância. Os buracos em que a mesma passava, eu sentia perfeitamente.

A sirene infernal estava me enlouquecendo...

Como conseguiram ouvir a sirene e não ouvir meus gritos?

Os dias foram passando e cada vez eu me sentia mais vazio.

Ouvir o choro de algumas pessoas, muitas me chamando de irresponsável, suicida, louco e etc me deixava cada vez pior...

Mas entre essas vozes, uma foi inconfundível.

- Eu te amo, estarei sempre com você. Não vejo a hora de você voltar para enfrentarmos tudo juntos e nos apoiarmos um no outro, porque... Isso só pertence a nós. Essa é a verdade...

Era ele. Tentei responder, tentei abrir os olhos, mas não conseguia... Minha respiração estava cada vez mais fraca, assim como meu coração.

Senti meus lábios sendo tocados. Com certeza eram os lábios dele.

Meu coração disparou, minha respiração estava forte e eu ouvia os batimentos cardíacos cada vez mais rápidos.

Estava me sentindo vivo novamente.

O Johnny salvou minha vida, e, querendo ou não, eu sou eternamente grato a ele.

Passou um tempo... Continuei internado, e nesse tempo pude perceber o que eu virei.

Virei um drogado, tive overdose duas vezes, fiz muita gente chorar e se decepcionar. Afastei de mim aqueles que mais me amavam.

E o pior: acabei comigo mesmo.




5 de jun de 2009

O fim está cada vez mais longe

Mais uma vez fiquei sem postar por algum motivo que eu desconheço.
C
heguei à conclusão que nada que eu começo, consigo terminar.

Comecei um livro uma vez e até hoje não terminei.
O
utra vez, comecei mais um livro e também não terminei.

Comecei um projeto social e não consegui concluir.
C
omecei a fazer um curso de inglês que parei de ir depois de um ano e meio cursando.

M
ontei um “negócio” que não deu em nada porque algo me impedia de realizar as tarefas.

Eu e o Jeferson estamos enrolados há um ano e quatro meses e nem isso conseguimos terminar e ter uma resposta.
S
empre fui má aluna porque não conseguia terminar uma lição ou ficar à frente de uma sala de aula e falar em público.

Agora, estou há uns três meses escrevendo mais um livro que estou gostando muito, mas que também não consigo terminar. Não sei o que dá em mim, não sei se é falta de criatividade, de vontade, sinceramente não sei.
Só sei que "fim" é uma palavra que está muito distante .
Q
ue porra é essa que acontece comigo?


Ah, respondendo os comentários do post anterior, a Luiza é minha prima, e não minha filha.


23 de mai de 2009

Minha pequena

Luiza


Minha criança,

Minha inocente, meu mundo.

Tu és pra mim como uma filha.

Tu não saíste de mim, mas parece que sim.


Aquela criança que chora de verdade

Que é manhosa

Que é birrenta.

Que teme o monstro do armário

Que tem noção do perigo encontrado debaixo da cama.


Aquela criança que dá gargalhada.

A única com sorrisos e risadas verdadeiros.

Que não teme as dificuldades.

Que com muito custo aprendeu a caminhar sozinha

Que com pouco custo aprendeu a me dizer “te amo”.


Aquela que consegue me fazer chorar

Aquela que consegue me fazer sorrir

Aquela que consegue me preocupar

Aquela que consegue me fazer feliz.


Eu te amo minha pequena, você é tudo pra mim.